Carlos Gallego esteve à frente da concepção e organização da Feira de Literatura de Ribeirão Pires, realizada em parceria com a Secretaria de Cultura, e falou à Guardiã da Notícia sobre as escolhas e os desafios da edição.
À frente da concepção e curadoria da Feira de Literatura de Ribeirão Pires (FLIRP), Carlos Gallego falou à Guardiã da Notícia sobre o processo de construção do evento e os caminhos que levaram à realização da primeira edição.
Em entrevista, o curador e idealizador comentou a escolha de Dalila Telles Veras como homenageada da feira e explicou os critérios considerados para reunir as editoras e os diferentes participantes da programação. A proposta foi construir um espaço dedicado à literatura, mas também aberto a diferentes manifestações culturais e ao encontro entre autores, leitores e público.
A realização da FLIRP foi construída em conjunto com a Secretaria de Cultura de Ribeirão Pires, que participou do desenvolvimento da programação e da estrutura do evento. Carlos também falou sobre o trabalho realizado nos bastidores para colocar a feira em prática.
Com o encerramento da programação, o curador compartilhou ainda a sensação de concluir o projeto e ver a proposta sair do planejamento para ocupar os espaços da cidade, reunindo escritores, editoras, artistas e leitores em torno da literatura e da cultura.